Shalom,
shalom, v’ein shalom,
diz o profeta. (Jr 6.14; 8.11)
O
assassinato de judeus em qualquer situação é sempre
lamentável, profundamente lamentável, mas há algo
“ainda pior” quando pensamos que essas quatro vítimas
estavam em sua própria terra, não na galut, estavam num
shopping, não num campo de batalha, e que não eram truculentos
soldados fortemente armados, mas mulheres em atitude indefesa e inofensiva,
duas das quais adolescentes de apenas 16 anos.
É
muito difícil daqui da galut julgar o governo de Israel, ao qual
apoiamos incondicionalmente, mas se por um lado não ousariamos
vincular as mortes ao êxito ou fracasso das estratégias
governamentais adotadas, por outro sabemos, à luz das Escrituras,
que estes atentados são desdobramentos da grande guerra travada
entre o D-us de Israel e o “deus” do Islã.
Obviamente
esse “saber” por si só não devolve a vida
das quatro mulheres que deixaram este mundo, nem serve de consolo para
suas famílias que as chorarão para sempre, mas é
tempo de acordarmos para a realidade espiritual dessa guerra e assumirmos
cada vez mais nossas responsabilidades como judeus crentes em Yeshua
HaMashiach.
Em Yeshua,
chessed v’shalom,
Rabi Yehudah Ben Yaakov
SHEAR
YAAKOV
... e toda a terra saberá que há D-us em Israel.